Roídas hastes
de negras flores,
flores de tédio
nos vaus do Nada;
plantas mortiças
de bocas hirtas,
convulsionadas.
Pálidos montes,
brumosas fontes
no atemporal.
A mim devoram
a carne podre,
o mal.
Etéreas formas
de anjos infantes,
sombras arfantes,
cálida amora,
trigo, alcaçuz,
lilales; luz
luzindo auroras.
Última hora
badala o sino
de mim separa
o fragmento
infindo.