Aristóteles
Introdução.
Breve contexto biográfico.
O corpos aristotélico.
As Categorias:
1. Homônimo, Sinônimo e Parônimo
Antepredicamentos: unívoco, equívoco, análogo e denominativo.
2. 4 opções:
a) Diz-se do sujeito, mas não está no sujeito
b) Não se diz do sujeito, mas não está no sujeito
c) Diz do sujeito e está no sujeito
d) Não se diz do sujeito, mas está no sujeito.
3. Dos predicados
Gênero comum e subordinado. As diferenças específicas de animal, mamífero e homem.
4. Tábua das categorias:
Substância/
quantidade/
qualidade/
relação/
lugar/
tempo/
posição/
posse/
ação/
paixão
5. Da substância primeira e segunda. Crítica a Platão.
A substância mais própria nem se diz de um sujeito nem está em um sujeito.
A espécie segunda é aquela da qual a primeira faz parte enquanto exemplar da espécie.
Das coisas que são ditas de um sujeito, nome e definição são predicados deste sujeito
Das que estão num sujeito, normalmente nem nome nem definição são predicados, mas as vezes o nome
(ex: a cor branca, cujo nome é predicado do sujeito branco, mas n a definição)
A espécie é mais substancia que o genero
A definição da diferença específica é predicada daquilo que é predicada a diferença específica.
A diferença específica (pedestre) é predicada de homem, e sua definição tb o é
6. Características das substâncias:
terça-feira, 20 de setembro de 2016
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Aula 3º Ano Rousseau
Livro I:
1. A idéia geral dos contratualistas. Peculiaridades de Rousseau em relação a Hobbes
a) Ausência de método compositivo
b) Crítica
c) Dados biográficos gerais.
2. A sociedade não é um direito natural. Oposição a Hobbes. O direito pelo fato.
a) Convenções. A questão da ordem política e da liberdade. Etienne de la Boetie
3. A família como sociedade natural
a) Grotius: sujeição dos povos aos governantes. Jurisdicização dos conflitos internacionais. Crítica ao método de análise histórica.
b) escravidão natural e hereditária.
Crítica à teoria da escravidão natural. Aristóteles. (E.Berti)
4. O primeiro pacto legitima a ordem social.
Pluralidade do sufrágio e unidade do corpo político.
Obstáculos ao estado natural. Princípios naturais:
a) bem estar e conservação de si +
b) empatia pelo sofrimento alheio (crítica implícita a Hobbes)
c) perfectibilidade
Problema: como achar uma forma de associação que a todos proteja e aos seus bens senão obedecendo a si mesmos?
Primeira clásula: entrega total e igual à comunidade. Associação: una vontade: Estado, soberano, autoridade, povo.
O soberano pode infringir sua própria lei. A fonte da Lei é o soberano.
O indivíduo destacado de todo grupamento possui em si a vontade geral.
Livro II
A soberania inalienável. Só o poder se transmite, mas não a vontade.
A vontade geral tende a igualdade. A particular à desigualdade. Omissão como consentimento.
A soberania é indivisível. Vontade particular é apenas decreto.
A vontade geral pode errar. Limite da vontade geral: só pode se pronunciar sobre o universal. Não sofre fatos particulares.
Distinção entre os particulares na esfera de direitos dos cidadãos/vassalos e direitos dos homens.
a) somente deve alienar uma parte de sua liberdade e vida; a que interessar à sociedade; o soberano é o juiz
b) o direito de alienação da vida.
Todo homem tem o direito de aliená-la a outrem.
1. A idéia geral dos contratualistas. Peculiaridades de Rousseau em relação a Hobbes
a) Ausência de método compositivo
b) Crítica
c) Dados biográficos gerais.
2. A sociedade não é um direito natural. Oposição a Hobbes. O direito pelo fato.
a) Convenções. A questão da ordem política e da liberdade. Etienne de la Boetie
3. A família como sociedade natural
a) Grotius: sujeição dos povos aos governantes. Jurisdicização dos conflitos internacionais. Crítica ao método de análise histórica.
b) escravidão natural e hereditária.
Crítica à teoria da escravidão natural. Aristóteles. (E.Berti)
4. O primeiro pacto legitima a ordem social.
Pluralidade do sufrágio e unidade do corpo político.
Obstáculos ao estado natural. Princípios naturais:
a) bem estar e conservação de si +
b) empatia pelo sofrimento alheio (crítica implícita a Hobbes)
c) perfectibilidade
Problema: como achar uma forma de associação que a todos proteja e aos seus bens senão obedecendo a si mesmos?
Primeira clásula: entrega total e igual à comunidade. Associação: una vontade: Estado, soberano, autoridade, povo.
O soberano pode infringir sua própria lei. A fonte da Lei é o soberano.
O indivíduo destacado de todo grupamento possui em si a vontade geral.
Livro II
A soberania inalienável. Só o poder se transmite, mas não a vontade.
A vontade geral tende a igualdade. A particular à desigualdade. Omissão como consentimento.
A soberania é indivisível. Vontade particular é apenas decreto.
A vontade geral pode errar. Limite da vontade geral: só pode se pronunciar sobre o universal. Não sofre fatos particulares.
Distinção entre os particulares na esfera de direitos dos cidadãos/vassalos e direitos dos homens.
a) somente deve alienar uma parte de sua liberdade e vida; a que interessar à sociedade; o soberano é o juiz
b) o direito de alienação da vida.
Todo homem tem o direito de aliená-la a outrem.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Aula 2º II Unidade 5822 A República
3. Polis
domínio público das manifestações culturais
escrita
leis - não ditas. A Dike escrita pelos legisladores ((Licurgo e Sólon)
Publicização ritual no templo
Seitas secretas de mistério: o theios áner
O hoplita. Mudanças militares.
4. Regime de Espart
Diarquia, gerúsia, eforato
Agoge espartana.
______________________________
A República:
1. Hermentêutica da República. Nomes dos diálogos, O Político, A República
Concepção de justiça de Céfalo:
Dizer a verdade e devolver o que se tomou
Exemplo do louco armado
Devolver o bem ao amigo
Concepção de Trasímaco: justiça é a conveniência do mais forte
Concepção social de justiça: discussão
Problemas
2. Análise do diálogo:
Homologia entre o homem e a República. A justiça da cidade.
3. Construção da cidade
a) alimentos
b) moradia
c) vestes
3a. Divisão social do trabalho
d) as artes técnicas
e) comerciantes - indivíduos fracos
f) assalariados - indignos
Mas também supérfluos:
g) poetas, rapsodos
h) médicos
i) mais terra
3.1.
Necessidade do Exército
a) a arte específica
b) aptidão natural: problematização e discussão
Existe uma aptidão natural?
Como a sociedade pode selecioná-la?
Você está cumprindo sua aptidão natural?
c) incisivo, veloz e forte; alma orgulhosa
Teoria das três gunas - Rajas - a função aristocrática
d) disposição filosófica. O amor do cão pelo dono.
3.2
Educação:
a) música
b) ginástica
c) histórias
Educação contemporânea. Críticas?
Problematização: O que buscar na educação?
Papel da poesia? História? As artes
d) Princípio da censura. Liberdade moderna vs. Platonismo
e) Ataque a Homero e Hesíodo
domínio público das manifestações culturais
escrita
leis - não ditas. A Dike escrita pelos legisladores ((Licurgo e Sólon)
Publicização ritual no templo
Seitas secretas de mistério: o theios áner
O hoplita. Mudanças militares.
4. Regime de Espart
Diarquia, gerúsia, eforato
Agoge espartana.
______________________________
A República:
1. Hermentêutica da República. Nomes dos diálogos, O Político, A República
Concepção de justiça de Céfalo:
Dizer a verdade e devolver o que se tomou
Exemplo do louco armado
Devolver o bem ao amigo
Concepção de Trasímaco: justiça é a conveniência do mais forte
Concepção social de justiça: discussão
Problemas
2. Análise do diálogo:
Homologia entre o homem e a República. A justiça da cidade.
3. Construção da cidade
a) alimentos
b) moradia
c) vestes
3a. Divisão social do trabalho
d) as artes técnicas
e) comerciantes - indivíduos fracos
f) assalariados - indignos
Mas também supérfluos:
g) poetas, rapsodos
h) médicos
i) mais terra
3.1.
Necessidade do Exército
a) a arte específica
b) aptidão natural: problematização e discussão
Existe uma aptidão natural?
Como a sociedade pode selecioná-la?
Você está cumprindo sua aptidão natural?
c) incisivo, veloz e forte; alma orgulhosa
Teoria das três gunas - Rajas - a função aristocrática
d) disposição filosófica. O amor do cão pelo dono.
3.2
Educação:
a) música
b) ginástica
c) histórias
Educação contemporânea. Críticas?
Problematização: O que buscar na educação?
Papel da poesia? História? As artes
d) Princípio da censura. Liberdade moderna vs. Platonismo
e) Ataque a Homero e Hesíodo
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Ó Natureza, mãe de todo o orbe
que oprime o fraco e o forte regozija
Ó Natureza pura e sempre viva
Abre o teu mistério, ó minha consorte!
Confia a mim o teu segredo rouco
de cuja grave voz Orfeu cantara.
Nascida pendular por entre abrolhos
a oferenda escura e ressumada
A planta retorcida, espinhosa
Desnuda-se, desabrocha, ofertada.
Dá-me nas mãos, ó Natureza, a óstia
do teu corpo hierático, fanada.
Ó Natureza, mãe de todo o orbe
inspira o amor pelo que vence a morte!
que oprime o fraco e o forte regozija
Ó Natureza pura e sempre viva
Abre o teu mistério, ó minha consorte!
Confia a mim o teu segredo rouco
de cuja grave voz Orfeu cantara.
Nascida pendular por entre abrolhos
a oferenda escura e ressumada
A planta retorcida, espinhosa
Desnuda-se, desabrocha, ofertada.
Dá-me nas mãos, ó Natureza, a óstia
do teu corpo hierático, fanada.
Ó Natureza, mãe de todo o orbe
inspira o amor pelo que vence a morte!
terça-feira, 9 de agosto de 2016
1ª Aula 2º II 2º Ano 2016
O Banquete (comentário)
1. Amor de algo
2. Amor pressupõe a falta da qualidade de que se ama
3. Se Amor é amor do Belo, Eros não é Belo
4. A opinião verdadeira que não se justifica - intermediário entre ignorância e conhecimento.
5. A intermediação do Belo
6. Eros é intermediário entre deuses e mortais: daimon
7.Eros não é belo: é filho de Pobreza e Expediente; esqualido, fragil, nas periferias da cidade;
8. A sabedoria é o mais belo, e Eros ama o Belo
9. Amor é universal: exercicios, apetencia de honrarias, etc etc
10. geração no belo, pela consonancia com o divino
desejo de glória, imortalidade: poetas, artistas - a questão do gênio
perceber a irmandade da beleza de todos os corpos, amará a todos os corpos belos
beleza da alma ____ do que vem da alma: costumes, etc -------- beleza das ciências e artes
perceberá de súbito a beleza sempiterna: n é feia, nem bela de um angulo, nem morre
ouro, belas vestes, belos jovens
1. Amor de algo
2. Amor pressupõe a falta da qualidade de que se ama
3. Se Amor é amor do Belo, Eros não é Belo
4. A opinião verdadeira que não se justifica - intermediário entre ignorância e conhecimento.
5. A intermediação do Belo
6. Eros é intermediário entre deuses e mortais: daimon
7.Eros não é belo: é filho de Pobreza e Expediente; esqualido, fragil, nas periferias da cidade;
8. A sabedoria é o mais belo, e Eros ama o Belo
9. Amor é universal: exercicios, apetencia de honrarias, etc etc
10. geração no belo, pela consonancia com o divino
desejo de glória, imortalidade: poetas, artistas - a questão do gênio
perceber a irmandade da beleza de todos os corpos, amará a todos os corpos belos
beleza da alma ____ do que vem da alma: costumes, etc -------- beleza das ciências e artes
perceberá de súbito a beleza sempiterna: n é feia, nem bela de um angulo, nem morre
ouro, belas vestes, belos jovens
domingo, 7 de agosto de 2016
1ª Aula II Unidade 3º Ano 2016
Comentário ao Príncipe
1. Contexto histórico. Mundo Renascentista
Advento do pensamento político moderno.
Pensamento político medieval e clássico.
Tipologia das formas de governo. Specula princeps.
Contemplação/Ação
Governo real. Autoridade da Igreja. Papa Gelásio. Doutrina da Autoridade Espiritual/ Poder Temporal
1. Contexto histórico. Mundo Renascentista
Advento do pensamento político moderno.
Pensamento político medieval e clássico.
Tipologia das formas de governo. Specula princeps.
Contemplação/Ação
Governo real. Autoridade da Igreja. Papa Gelásio. Doutrina da Autoridade Espiritual/ Poder Temporal
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
SONETO I DA JOVEM REALISTA
Quando te penso a imagem como em sonho
me és tão doce o amor e tão sincero
que murmurando a mim mesma confesso
o que, em vigília, na ironia escondo.
Na hora à face enternecidamente
Desce-me o pranto de quem muito ama
Quando rebrilha e arde a minha chama
a desejar tocar-te, inconsequente.
Porém se minhas pálpebras descerro
Ao teu olhar inquisitivo ou frio
Do sonho acordo, irônica decerto,
Com mil palavras a cobrir-me nua.
Pois não te quero contar inda mais isto:
Que tua rosa sou, somente tua.
me és tão doce o amor e tão sincero
que murmurando a mim mesma confesso
o que, em vigília, na ironia escondo.
Na hora à face enternecidamente
Desce-me o pranto de quem muito ama
Quando rebrilha e arde a minha chama
a desejar tocar-te, inconsequente.
Porém se minhas pálpebras descerro
Ao teu olhar inquisitivo ou frio
Do sonho acordo, irônica decerto,
Com mil palavras a cobrir-me nua.
Pois não te quero contar inda mais isto:
Que tua rosa sou, somente tua.
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