Votivas peregrinas, naus singrando
em mares de vivências melancólicas;
sóis roxos, ares diáfanos volando
em torno a colunatas de memória -
eis a mente que ergue e destroça. Puras,
esculpidas pelo interior cinzel
se alteiam abóbadas de vida crua
como os braços de Atlas sustentam o céu.