terça-feira, 8 de novembro de 2016

Aristóteles Ética

1.

Multiplicidade dos bens. Bens subordinados ao bem ótimo.

A Felicidade. A Felicidade e a Política.

Divisão tripartite da alma: vegetativa, animal (impulsos), racional.

O problema da acrasia.

2.

Duas virtudes: moral e intelectual.

Intelectual se engrandece pelo ensino. A moral pelo hábito.

O valor do hábito. O hábito é amoldado pela natureza.

O discurso sobre práxis é inexato.

Demonstrações imperfeitas. Phainomena.

3.

O discurso ético é impreciso: como medicina ou arte de navegar

Coragem

Temperança

A disciplina dos prazeres e dores é fundamental.

pág 47 - a filosofia como medicina. Remédio prático.

O que é virtude?

Emoções, capacidades, disposições.

A virtude é uma disposição. E escolha deliberativa.

A virtude aperfeiçoa nossa função.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Aristóteles

Introdução.

Breve contexto biográfico.

O corpos aristotélico.

As Categorias:

1. Homônimo, Sinônimo e Parônimo

Antepredicamentos: unívoco, equívoco, análogo e denominativo.

2. 4 opções:

a) Diz-se do sujeito, mas não está no sujeito

b) Não se diz do sujeito, mas não está no sujeito

c) Diz do sujeito e está no sujeito

d) Não se diz do sujeito, mas está no sujeito.

3. Dos predicados

Gênero comum e subordinado. As diferenças específicas de animal, mamífero e homem.


4. Tábua das categorias:

Substância/
quantidade/
qualidade/
relação/
lugar/
tempo/
posição/
posse/
ação/
paixão

5. Da substância primeira e segunda. Crítica a Platão.

A substância mais própria nem se diz de um sujeito nem está em um sujeito.

A espécie segunda é aquela da qual a primeira faz parte enquanto exemplar da espécie.

Das coisas que são ditas de um sujeito, nome e definição são predicados deste sujeito

Das que estão num sujeito, normalmente nem nome nem definição são predicados, mas as vezes o nome

(ex: a cor branca, cujo nome é predicado do sujeito branco, mas n a definição)

A espécie é mais substancia que o genero

A definição da diferença específica é predicada daquilo que é predicada a diferença específica.

A diferença específica (pedestre) é predicada de homem, e sua definição tb o é



6. Características das substâncias:


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Aula 3º Ano Rousseau

Livro I:

1. A idéia geral dos contratualistas. Peculiaridades de Rousseau em relação a Hobbes

a) Ausência de método compositivo

b) Crítica

c) Dados biográficos gerais.

2. A sociedade não é um direito natural. Oposição a Hobbes. O direito pelo fato.

a) Convenções. A questão da ordem política e da liberdade. Etienne de la Boetie

3. A família como sociedade natural

a) Grotius: sujeição dos povos aos governantes. Jurisdicização dos conflitos internacionais. Crítica ao método de análise histórica.

b) escravidão natural e hereditária.

Crítica à teoria da escravidão natural. Aristóteles. (E.Berti)


4. O primeiro pacto legitima a ordem social.

Pluralidade do sufrágio e unidade do corpo político.

Obstáculos ao estado natural. Princípios naturais:

a) bem estar e conservação de si +

b) empatia pelo sofrimento alheio (crítica implícita a Hobbes)

c) perfectibilidade


Problema: como achar uma forma de associação que a todos proteja e aos seus bens senão obedecendo a si mesmos?

Primeira clásula: entrega total e igual à comunidade. Associação: una vontade: Estado, soberano, autoridade, povo.

O soberano pode infringir sua própria lei. A fonte da Lei é o soberano.

O indivíduo destacado de todo grupamento possui em si a vontade geral.



Livro II

A soberania inalienável. Só o poder se transmite, mas não a vontade.

A vontade geral tende a igualdade. A particular à desigualdade. Omissão como consentimento.

A soberania é indivisível. Vontade particular é apenas decreto.

A vontade geral pode errar. Limite da vontade geral: só pode se pronunciar sobre o universal. Não sofre fatos particulares.

Distinção entre os particulares na esfera de direitos dos cidadãos/vassalos e direitos dos homens.

a) somente deve alienar uma parte de sua liberdade e vida; a que interessar à sociedade; o soberano é o juiz

b) o direito de alienação da vida.

Todo homem tem o direito de aliená-la a outrem.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Aula 2º II Unidade 5822 A República

3. Polis

domínio público das manifestações culturais

escrita

leis - não ditas. A Dike escrita pelos legisladores ((Licurgo e Sólon)

Publicização ritual no templo

Seitas secretas de mistério: o theios áner

O hoplita. Mudanças militares.

4. Regime de Espart

Diarquia, gerúsia, eforato

Agoge espartana.

______________________________

A República:

1. Hermentêutica da República. Nomes dos diálogos, O Político, A República

Concepção de justiça de Céfalo:

Dizer a verdade e devolver o que se tomou

Exemplo do louco armado

Devolver o bem ao amigo

Concepção de Trasímaco: justiça é a conveniência do mais forte

Concepção social de justiça: discussão

Problemas


2. Análise do diálogo:

Homologia entre o homem e a República. A justiça da cidade.


3. Construção da cidade

a) alimentos

b) moradia

c) vestes

3a. Divisão social do trabalho

d) as artes técnicas

e) comerciantes - indivíduos fracos

f) assalariados - indignos

Mas também supérfluos:

g) poetas, rapsodos

h) médicos

i) mais terra

3.1.

Necessidade do Exército

a) a arte específica

b) aptidão natural: problematização e discussão

Existe uma aptidão natural?

Como a sociedade pode selecioná-la?

Você está cumprindo sua aptidão natural?

c) incisivo, veloz e forte; alma orgulhosa

Teoria das três gunas - Rajas - a função aristocrática

d) disposição filosófica. O amor do cão pelo dono.

3.2

Educação:

a) música

b) ginástica

c) histórias

Educação contemporânea. Críticas?

Problematização: O que buscar na educação?

Papel da poesia? História? As artes

d) Princípio da censura. Liberdade moderna vs. Platonismo

e) Ataque a Homero e Hesíodo




terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ó Natureza, mãe de todo o orbe
que oprime o fraco e o forte regozija
Ó Natureza pura e sempre viva
Abre o teu mistério, ó minha consorte!

Confia a mim o teu segredo rouco
de cuja grave voz Orfeu cantara.
Nascida pendular por entre abrolhos
a oferenda escura e ressumada

A planta retorcida, espinhosa
Desnuda-se, desabrocha, ofertada.
Dá-me nas mãos, ó Natureza, a óstia
do teu corpo hierático, fanada.

Ó Natureza, mãe de todo o orbe
inspira o amor pelo que vence a morte!



terça-feira, 9 de agosto de 2016

1ª Aula 2º II 2º Ano 2016

O Banquete (comentário)

1. Amor de algo

2. Amor pressupõe a falta da qualidade de que se ama

3. Se Amor é amor do Belo, Eros não é Belo

4. A opinião verdadeira que não se justifica - intermediário entre ignorância e conhecimento.

5. A intermediação do Belo

6. Eros é intermediário entre deuses e mortais: daimon

7.Eros não é belo: é filho de Pobreza e Expediente; esqualido, fragil, nas periferias da cidade;

8. A sabedoria é o mais belo, e Eros ama o Belo

9. Amor é universal: exercicios, apetencia de honrarias, etc etc

10. geração no belo, pela consonancia com o divino

desejo de glória, imortalidade: poetas, artistas - a questão do gênio

perceber a irmandade da beleza de todos os corpos, amará a todos os corpos belos

beleza da alma ____ do que vem da alma: costumes, etc -------- beleza das ciências e artes

perceberá de súbito a beleza sempiterna: n é feia, nem bela de um angulo, nem morre

ouro, belas vestes, belos jovens





domingo, 7 de agosto de 2016

1ª Aula II Unidade 3º Ano 2016

Comentário ao Príncipe

1. Contexto histórico. Mundo Renascentista

Advento do pensamento político moderno.

Pensamento político medieval e clássico.

Tipologia das formas de governo. Specula princeps.

Contemplação/Ação

Governo real. Autoridade da Igreja. Papa Gelásio. Doutrina da Autoridade Espiritual/ Poder Temporal